sexta-feira, 19 de junho de 2009


Eu, promontório de mim,
Cabo do meu mundo
Sem principio, nem fim.

Sou alguém,
Que não pertence a minguem.
Sou quem, não é de nada...
Ámen.

Sou pária sem pátria,
Pais ou país.
Árvore sem raiz...

Verdade ou realidade?
Não sei!

Sou infinitamente só e alem...
Alem de que sou. Infinitamente só...

Alguém,
Fragmentado de poesia inacabada.

Álvaro Guilherme
18 Fevereiro 2009


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