segunda-feira, 6 de julho de 2009



De alma nua e expressão rígida,
Existência crua e vida frígida...

...é o que eu vejo
Quando olho a tua imagem
Reflectida
Numa fugaz vitrina de rua.

Denota-se agora algo maduro,
Uma imponderada ânsia enraizada em ti
E, já nada vejo, daquilo que um dia vi.

Morreu a criança, mas eu perduro...

...até quando,
Um intermédio
Entre nascer e morrer?
Um ser dividido
Entre o prazer e o sofrer.
Até quando?

Álvaro Guilherme
16 Março 1999

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